Como elaborar e analisar diagnósticos
- Organizar uma lista escolhendo as palavras a
partir dos seguintes campos semânticos: nomes de animais; nomes das partes
do corpo humano; nomes de materiais escolares. Em cada linha foram
agrupadas palavras segundo o número de sílabas. Para compor a lista considerar
no mínimo 6 palavras, mas é preciso que na lista tenham palavras de
quantidade de sílabas diferentes, a ordem deve ser da polissílaba para a
monossílaba.
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ANIMAIS
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PARTES DO CORPO
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MATERIAL ESCOLAR
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Mariposa
Dinossauro
Rinoceronte.
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Sobrancelha
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Lapiseira
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Formiga
Esquilo
Coelho
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Cabeça
Barriga
Orelha
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Caderno
Caneta
Massinha
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Tigre
Onça
Urso
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Perna
Braço
Dedo
Unha.
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Livro
Lápis
Papel
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Cão
Rã
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Pé
Mão
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Giz
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Frase:
O tigre
está na floresta.
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Frase:
O menino
machucou o pé
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Frase:
Comprei
um caderno na papelaria.
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Caso a
equipe pedagógica decida pela elaboração
da lista de palavras que será proposta para os alunos escreverem, é necessário
considerar os seguintes critérios:
Þ A relação de palavras deve fazer parte de um mesmo campo semântico. Por
exemplo: nomes de animais, nomes de materiais escolares, nomes de “coisas” que
têm na floresta, nomes de alimentos, nomes de “coisas” que têm no rio etc.
Þ A relação de palavras deve se iniciar com um polissílabo e acabar com um
monossílabo.
Por exemplo: rinoceronte (5 sílabas), formiga (3 sílabas), tigre (2 sílabas), cão (1 sílaba).
Por exemplo: rinoceronte (5 sílabas), formiga (3 sílabas), tigre (2 sílabas), cão (1 sílaba).
Þ A relação deve ter pelo menos 6 palavras.
Þ Não deve haver repetição de letras -seguidas- na palavra. Por exemplo: a
palavra cAvAlo, ElEfante, tem as letras “A” e “E” repetidas.
Ao escolher
a escrita de uma lista de palavras para ser usada como atividade diagnóstica,
podemos decidir se as palavras serão ditadas pela professora ou se serão dados
os desenho e os alunos deverão escrever o nome de cada um deles.
Quando a
escrita da lista for a partir do ditado das palavras pela professora, é preciso
que o ditado de cada palavra seja feito sem silabar ou escandir a sílaba, ou
seja, sem dar ênfase exagerada a sua pronúncia para não induzir a escrita da
criança. Por exemplo, se a palavra for ‘APONTADOR’, não ditar silabando: A –
PON – TA – DOR dando pausas entre uma sílaba e outra e nem tampouco, ditar
escandindo: A – PONNNNN – TA – DORRRR, alongando a pronúncia da sílaba.
No caso da
escrita de lista ser a partir de desenhos, é preciso garantir a qualidade
gráfica dos mesmos, assim como que as folhas com os desenhos não sejam
distribuídos para todas as crianças escreverem ao mesmo tempo e que depois
leiam individualmente para a professora. Se assim for, a atividade não terá
nenhuma validade, pois o que garante que esta seja uma boa situação para
conhecer o que os alunos sabem sobre a escrita é que ela seja realizada
individualmente com a leitura que o aluno deve fazer imediatamente após ter
escrito a palavra.
Seja qual for
a lista proposta, é necessário compreender que nesse tipo de avaliação inicial
o que importa é que os alunos possam demonstrar o que conhecem sobre a leitura
e a escrita. Não é preciso nenhum tipo de preparação para que os alunos
realizem a atividade, apenas a explicação do que devem fazer, para que tenham o
melhor desempenho possível tendo em conta o que já sabem no momento da
avaliação.
É necessário
assegurar que:
Þ A atividade seja realizada individualmente, ou seja, o professor deve
acompanhar um aluno por vez.
Þ Não se deve ditar as palavras “silabando”.
Þ Cada palavra escrita deve ser imediatamente acompanhada da leitura do
aluno.
Þ O professor registre a escrita e a leitura do aluno, bem como outras
informações que julgue relevante, numa folha à parte.
QUADRO - SÍNTESE DAS HIPÓTESES DE ESCRITA
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HIPÓTESE DE ESCRITA
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O QUE SABE A CRIANÇA
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O QUE PRECISA SABER
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O QUE PROPOR A ESSA
CRIANÇA
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PRÉ-SILÁBICA:
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·
De inicio não faz
diferenciação clara entre desenho e escrita;
·
Não compreende que a escrita representa a fala;
·
Constrói duas hipóteses que vão acompanhá-la por algum
tempo: quantidade mínima de letras e mínimo de variedade de caracteres;
·
Faz uma leitura global.
|
·
Que a escrita representa a fala;
·
Que se escreve com letras;
·
Conhecer textos de memória;
·
Aprender o alfabeto;
·
Compreender o princípio alfabético.
|
·
Ler diariamente para os alunos;
·
Ensinar o alfabeto;
·
Trabalhar com nome próprio;
·
Trabalhar com textos conhecidos de memória;
·
Trabalhar com listas;
·
Trabalhar com alfabeto móvel;
·
Ler e escrever mesmo sem saber convencionalmente;
·
Ler mostrando o que está escrito.
|
|
SILÁBICA SEM VALOR SONORO:
|
·
Que a escrita representa a fala, mas não compreende a
natureza dessa relação;
·
Que se escreve com letras, mas não sabe ainda quantas e
quais letras usar;
·
Que cada letra representa uma sílaba (silábica estrita), mas
utiliza a letra que não corresponde ao fonema;
·
Entra em conflito com a quantidade minima de letras (entre 2
e 4 letras).
|
· Que as letras
representam os fonemas.
|
·
Atividades que coloque em questão aspectos quantitativos e
qualitativos (quantas e quais letras utilizar); agrupar os alunos
considerando esses dois eixos;
·
Ler textos que conhecem de memória e possam fazer uso das
estratégias de leitura;
·
Ler e escrever pequenos textos;
·
Fazer agrupamentos com alunos que fazem uso do valor sonoro
convencional;
·
Ler justificando sua escrita para o professor;
·
Ler textos que conhecem de memória, fazendo o ajuste entre o
oral e o escrito.
|
|
SILÁBICA COM VALOR SONORO:
|
·
Que a escrita representa a fala e começa a compreender a natureza dessa relação;
·
Que cada letra representa uma sílaba (silábica estrita) e
utilizada a letra que corresponde ao
fonema;
·
Pode fazer uso das
vogais ou das consoantes;
|
·
Que os fonemas são formados por dois ou mais grafemas;
|
·
Atividades que coloque em questão aspectos quantitativos e
qualitativos (quantas e quais letras utilizar); agrupar os alunos
considerando esses dois eixos;
·
Ler textos que conhecem de memória e possam fazer uso das
estratégias de leitura;
·
Ler e escrever pequenos textos;
·
Fazer agrupamentos com alunos que dão soluções diferentes
para os desafios colocados;
·
Ler justificando sua escrita para o professor.
|
|
SILÁBICO-ALFABETICA:
|
·
Já compreendeu como se organiza o sistema alfabético de
escrita, embora ainda entre em conflito com a relação fonema / grafema;
·
Estabelece relação entre a pauta sonora e a escrita;
·
Ora representa a sílaba completa, ora usa apenas uma letra
para representar a sílaba.
|
·
Que os fonemas são formados por dois ou mais grafemas;
·
Que há regularidade na representação dos fonemas;
|
·
Ler textos cujo conteúdo sabem de memória;
·
Ler textos onde podem fazer uso das estratégias de leitura;
·
Escrevam textos significativos e justifiquem suas escritas;
·
Fazer agrupamentos com alunos que dão soluções diferentes
para os desafios colocados.
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ESCRITA ALFABÉTICA:
|
· Estabelece relação entre
a pauta sonora e a escrita e já compreendeu a natureza dessa relação;
·
Descobriu que as letras representam os fonemas e não as
sílabas;
·
Descobriu a sílaba no escrito.
|
·
Escrever ortograficamente;
· Fazer a segmentação das
palavras e frases.
|
·
Ler textos de conteúdo parcialmente conhecido;
·
Escrever e ler textos justificando suas escritas;
·
Realizar atividades que coloquem em questão a divisão do
texto em palavras (segmentação) e a ortografia;
·
Fazer agrupamentos com alunos que dão soluções diferentes
para os desafios colocados;
·
Explorar várias estruturas silábicas fazendo paralelo.
Ex. paro
– prato
Cato
– canto
Caro
- carro
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Idéias para Alfabetização
. Use jogos educativos nas suas aulas.
· Desenvolva atividades lúdicas com seus alunos.
· Procure introduzir cada novo conteúdo de forma diferente.
· Mude a disposição das cadeiras e mesas na sala de aula.
· Faça os alunos participarem das aulas.
· Troque de ambiente e dê aula no pátio da escola, por exemplo. Explore cartazes, vídeos, filmes.
· Traga jornais e revistas para a sala de aula.
· Aproveite todo o ambiente escolar.
· Crie aulas diferentes e divertidas.
· Elabore situações problemas para os seus alunos resolverem.
· Busque auxílio nos meios de comunicação.
· Troque experiências com os colegas.
· Valorize as opiniões de seus alunos.
· Peça sugestões aos seus alunos quando for preparar suas aulas.
· Faça trabalhos em pequenos grupos ou grupos sucessivos.
· Solicite uma avaliação das suas aulas aos seus alunos.
· Incentive e estimule a aprendizagem dos seus alunos.
· Deixe transparecer que você acredita e valoriza o seu trabalho.
Jogos e Atividades para Alfabetização
· Desenvolva atividades lúdicas com seus alunos.
· Procure introduzir cada novo conteúdo de forma diferente.
· Mude a disposição das cadeiras e mesas na sala de aula.
· Faça os alunos participarem das aulas.
· Troque de ambiente e dê aula no pátio da escola, por exemplo. Explore cartazes, vídeos, filmes.
· Traga jornais e revistas para a sala de aula.
· Aproveite todo o ambiente escolar.
· Crie aulas diferentes e divertidas.
· Elabore situações problemas para os seus alunos resolverem.
· Busque auxílio nos meios de comunicação.
· Troque experiências com os colegas.
· Valorize as opiniões de seus alunos.
· Peça sugestões aos seus alunos quando for preparar suas aulas.
· Faça trabalhos em pequenos grupos ou grupos sucessivos.
· Solicite uma avaliação das suas aulas aos seus alunos.
· Incentive e estimule a aprendizagem dos seus alunos.
· Deixe transparecer que você acredita e valoriza o seu trabalho.
Jogos e Atividades para Alfabetização
Analise cada jogo abaixo e aplique aos alunos de forma a ajudarem a refletirem sobre a escrita e leitura.
1- Jogo dos 7 erros: a profª
elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui uma letra por outra que
não faça parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituição.
2- Jogo dos 7 erros: a profª
elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2 letras (ex:
cachorro – cachroro). A criança deve achar esses 7 erros.
3- Jogo dos 7 erros: a profª
elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve
localizar os 7 erros.
4- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.
5- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas.
6- Jogo dos sete erros: a Profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.
7- Jogo dos 7 erros : a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.
8- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.
9- Caça palavras: a profª monta o quadro e dá só uma pista: "Ache 5 nomes de animais" por exemplo.
10- Caça palavras: a profª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.
11- Caça palavras no texto: a profª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.
12- Jogo da memória: o par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.
13- Jogo da memória: o par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.
4- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.
5- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas.
6- Jogo dos sete erros: a Profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.
7- Jogo dos 7 erros : a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.
8- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.
9- Caça palavras: a profª monta o quadro e dá só uma pista: "Ache 5 nomes de animais" por exemplo.
10- Caça palavras: a profª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.
11- Caça palavras no texto: a profª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.
12- Jogo da memória: o par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.
13- Jogo da memória: o par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.
14- Jogo da memória: o par deve
ser composto por uma peça contendo a figura, e a outra, o seu nome.
15- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e "descobre" quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.
16- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.
17- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.
18- Bingo de letras: as cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras letras dos dois tipos, misturadas.
19- Bingo de palavras: as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.
20- Bingo: a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.
21- Bingo : as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.
15- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e "descobre" quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.
16- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.
17- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.
18- Bingo de letras: as cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras letras dos dois tipos, misturadas.
19- Bingo de palavras: as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.
20- Bingo: a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.
21- Bingo : as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.
22- Quebra cabeça de rótulos : a profª monta
quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar,
estimula a criança a pensar sobre a "ordem das letras"
23- Dominó de palavras: em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.
24- Ache o estranho: a profª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um "estranho" (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por "A" e uma por "J"; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.
25- Procure seu irmão: os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.
26- "Procure seu irmão": os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.
27) Jogo do alfabeto: Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais).
Divida a classe em grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um.
Vá dando as tarefas, uma a uma:
· levantar a letra ___
· organizar em ordem alfabética
· o professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra que inicie com ela.
· formar frases com a palavra escolhida
· formar palavras com o alfabeto móvel
· contar as letras de cada palavra
· separar as palavras em sílabas
· montar histórias com as palavras formadas
· montar o nome dos colegas da sala
· montar os nomes dos componentes do grupo
23- Dominó de palavras: em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.
24- Ache o estranho: a profª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um "estranho" (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por "A" e uma por "J"; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.
25- Procure seu irmão: os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.
26- "Procure seu irmão": os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.
27) Jogo do alfabeto: Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais).
Divida a classe em grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um.
Vá dando as tarefas, uma a uma:
· levantar a letra ___
· organizar em ordem alfabética
· o professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra que inicie com ela.
· formar frases com a palavra escolhida
· formar palavras com o alfabeto móvel
· contar as letras de cada palavra
· separar as palavras em sílabas
· montar histórias com as palavras formadas
· montar o nome dos colegas da sala
· montar os nomes dos componentes do grupo
28) Pares de Palavras
Objetivo: utilizar palavras do dicionário
Destreza predominante: expressão oral
Desenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á até a lousa e escolherá um par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo termina quando todas as palavras forem apagadas.
29) Formando palavras Número de jogadores: 4 por grupo.
Material: 50 cartões diferentes (frente e verso)
Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)
Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho. Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.
Variações:
· Classificar (formar conjuntos) de acordo:
· com o desenho da frente dos cartões;
· com o número de letras das palavras constantes dos cartões;
· com o número de sílabas das palavras dos cartões;
· com a letra inicial;
Objetivo: utilizar palavras do dicionário
Destreza predominante: expressão oral
Desenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á até a lousa e escolherá um par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo termina quando todas as palavras forem apagadas.
29) Formando palavras Número de jogadores: 4 por grupo.
Material: 50 cartões diferentes (frente e verso)
Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)
Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho. Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.
Variações:
· Classificar (formar conjuntos) de acordo:
· com o desenho da frente dos cartões;
· com o número de letras das palavras constantes dos cartões;
· com o número de sílabas das palavras dos cartões;
· com a letra inicial;
30) Treino de rimas
Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes.
31) Treino de aliterações
Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara, galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão, balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo).
32) Treino de consciência de palavras
Frases com palavras esquisitas, que não existem de verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não existem, essas não têm significado.33) Batucando
A professora fala uma palavra e o aluno "batuca" na mesa de acordo com o número de silabas.
34) Adivinha qual palavra é: A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA)
35) Lá vai a barquinha carregadinha de ...
A professora fala uma sílaba e as crianças escolhem as palavras.
Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes.
31) Treino de aliterações
Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara, galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão, balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo).
32) Treino de consciência de palavras
Frases com palavras esquisitas, que não existem de verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não existem, essas não têm significado.33) Batucando
A professora fala uma palavra e o aluno "batuca" na mesa de acordo com o número de silabas.
34) Adivinha qual palavra é: A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA)
35) Lá vai a barquinha carregadinha de ...
A professora fala uma sílaba e as crianças escolhem as palavras.
36) Adivinhando a palavra
O professor fala uma palavra omitindo a silaba final e os alunos devem adivinhar a palavra. (ou a inicial)
37) Quantas sílabas? A professora fala uma palavra e a criança risca no papel e acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas)
38) Descoberta de palavras com o mesmo sentido
Ajude o aluno a perceber que o mesmo significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela comparação de frases como as que se seguem:
O médico trata dos doentes
O doutor trata dos doentes
Forneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como:
Bonita, bela;
Malvado, mau;
Rapaz; moço
Bebê; neném;
Saboroso; gostoso
O professor fala uma palavra omitindo a silaba final e os alunos devem adivinhar a palavra. (ou a inicial)
37) Quantas sílabas? A professora fala uma palavra e a criança risca no papel e acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas)
38) Descoberta de palavras com o mesmo sentido
Ajude o aluno a perceber que o mesmo significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela comparação de frases como as que se seguem:
O médico trata dos doentes
O doutor trata dos doentes
Forneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como:
Bonita, bela;
Malvado, mau;
Rapaz; moço
Bebê; neném;
Saboroso; gostoso
39) Descoberta de palavras com mais de um significado:
Com essa atividade, os alunos perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc
40) Respondendo a perguntas engraçadas:
Faça-as pensar sobre a existência de homônimos através de brincadeiras ou adivinhações:
a asa do bule tem penas?
O pé da mesa usa meia?
A casa do botão tem telhado?
Com essa atividade, os alunos perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc
40) Respondendo a perguntas engraçadas:
Faça-as pensar sobre a existência de homônimos através de brincadeiras ou adivinhações:
a asa do bule tem penas?
O pé da mesa usa meia?
A casa do botão tem telhado?
41) Escrita com música: 1) dividir os
alunos em equipes de 4 elementos; 2) distribuir, entre as equipes, uma folha de
papel; 3) apresentar às equipes uma música previamente selecionada pelo
professor; 4) pedir que o aluno 1 de cada uma das equipes registre, na folha,
ao sinal dado pelo professor, suas idéias, sentimentos, emoções apreendidas ao
ouvir a música; 5) solicitar-lhe que, findo o seu tempo, passe a folha ao aluno
2, que deverá continuar a tarefa. E assim sucessivamente, até retornar ao aluno
1, que deverá ler o produto final de todo o trabalho para toda a classe.
Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.
42) Conversa por escrito: 1) dividir a classe em duplas; 2) entregar a cada uma das duplas uma folha de papel; 3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas por escrito.
Observações: 1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a conversa na folha recebida; 2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se estiver disposta a tanto.
Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças entre a linguagem oral e a escrita.
Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.
42) Conversa por escrito: 1) dividir a classe em duplas; 2) entregar a cada uma das duplas uma folha de papel; 3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas por escrito.
Observações: 1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a conversa na folha recebida; 2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se estiver disposta a tanto.
Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças entre a linguagem oral e a escrita.
43) Interpretando por escrito: 1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos cada uma; 2) numerá-los de
1 a 4; 3) distribuir, entre as mesmas, pequenas gravuras (se possível de
pinturas abstratas); 4) solicitar que cada uma das equipes registre, por
escrito, o que entendeu sobre os quadros propostos; 5) ler as interpretações
obtidas.
44) Brincando com as cores: 1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 2) numerar os participantes de cada uma; 3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde, amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 4) pedir que cada um dos elementos de cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas impressões a respeito da cor recebida; 5) solicitar das equipes a leitura das impressões registradas.
Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem nomeá-la, mas procurando "dar pistas" a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).
45) Compondo um belo texto-poema: 1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) indicar a cada uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro; 3) marcar, no relógio, 10 (dez) minutos para a composição dos poemas; 5) expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas equipes.
46) Cinema imaginário: 1) dividir a sala em equipes ou grupos; 2) apresentar às equipes três ou quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes; 3) solicitar que os alunos imaginem cenas cinematográficas referente às trilhas ouvidas; 4) interrogar os alunos sobre o que há de semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.
"A partir das respostas a essas perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos (verbais, não-verbais, musicados, ...)
44) Brincando com as cores: 1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 2) numerar os participantes de cada uma; 3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde, amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 4) pedir que cada um dos elementos de cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas impressões a respeito da cor recebida; 5) solicitar das equipes a leitura das impressões registradas.
Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem nomeá-la, mas procurando "dar pistas" a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).
45) Compondo um belo texto-poema: 1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) indicar a cada uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro; 3) marcar, no relógio, 10 (dez) minutos para a composição dos poemas; 5) expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas equipes.
46) Cinema imaginário: 1) dividir a sala em equipes ou grupos; 2) apresentar às equipes três ou quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes; 3) solicitar que os alunos imaginem cenas cinematográficas referente às trilhas ouvidas; 4) interrogar os alunos sobre o que há de semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.
"A partir das respostas a essas perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos (verbais, não-verbais, musicados, ...)
Trabalho
pedagógico com nomes próprios
*
O conhecimento do próprio nome tem duas
conseqüências importantes para os alunos que estão se alfabetizando:
• é uma
escrita livre de contexto;
• é uma
escrita que informa sobre a ordem não-aleatória dentro do conjunto de letras.
A escrita do próprio nome representa uma
oportunidade privilegiada de reflexão sobre o funcionamento do sistema de
escrita, pelas seguintes razões:
• tanto do
ponto de vista lingüístico como do gráfico, o nome próprio é um modelo estável;
• o nome
próprio é um nome que se refere a um único objeto, com o que se elimina para a
criança, a ambiguidade na interpretação;
• o nome
próprio tem valor de verdade porque se reporta a uma existência, a um saber compartilhado
por ambos, emissor e receptor;
• do ponto
de vista da função, fica claro que identificar objetos ou indivíduos com nomes faz
parte dos intercâmbios sociais da nossa cultura;
• do ponto
de vista da estrutura daquilo que está escrito, a pauta lingüística e o
referente coincidem.
A
escrita de nomes próprios é uma boa situação para trabalhar com modelos de
escrita, e isso é conveniente porque esse tipo de modelo oferece informação à
criança sobre:
• a forma e
o valor sonoro convencional das letras;
• a
quantidade de letras necessária para escrever os nomes;
• a
variedade, a posição e a ordem das letras em uma escrita convencional;
• a
realidade convencional da escrita, o que serve de referência para checar as
próprias hipóteses.
Algumas
atividades no que se
refere ao trabalho pedagógico, têm se mostrado produtivas as situações em que
as crianças precisem:
• Consultar
listas de nomes ou apelidos.
• Reconhecer
a escrita dos nomes dos colegas.
• Identificar
diferentes segmentos constituintes dos nomes (sílabas, fonemas/letras), fazendo uso desse conhecimento em outras
situações.
• Identificar,
em fichas ou cartões, o próprio nome, o dos colegas ou outros.
• Usar/ver
a utilização de nomes para marcar desenhos, objetos, utensílios, roupas, trabalhos
de classe.
• Copiar
nomes em situações em que isso é necessário e/ou faz sentido.
• Montar um
nome com letras fornecidas pela professora, em número exato e sem modelo.
• Escrever
nomes com letras móveis, sem modelo, selecionando-as dentre um conjunto de
letras.
• Escrever
o nome do colega nos trabalhos feitos por ele.
• Organizar
agenda telefônica, estabelecendo correspondência entre os nomes e os respectivos
números de telefone.
• Participar
de jogos dos seguintes tipos:
• “forca”
com nomes;
• jogo da
memória (relacionando fotos e nomes);
• bingo de
nomes;
• adivinhações,
como por exemplo: “Tenho um cartão com um nome de seis letras, que começa com a
primeira letra do nome do Fábio. Qual é?”.
• Participar
de outras situações desafiadoras, tais como:
• A
professora coloca na mesa as letras dos nomes de quatro alunos: cada um deve
encontrar as que pertencem ao seu próprio nome e, depois, com o grupo, procurar
quais são coincidentes com as dos outros nomes.
• Descoberta
dos nomes que vão sendo escritos na lousa pela professora, a partir das orientações
que ela oferece: “Primeiro o S, depois o A… De quem será este nome?” (entre
outras possibilidades).
• Utilização
de cartões com o nome dos personagens das histórias lidas, misturados a outros
com os nomes das crianças, para classificar e analisar, por exemplo:
Quais são os nomes que
começam como o de Branca de Neve;
Quais os que têm mais
letras que o nome do Pinóquio;
Quais são escritos como o de Chapeuzinho
Vermelho
Parabéns! Pela dedicação, criatividade e pesquisas de formas maravilhosas para alfabetizar as crianças.
ResponderExcluirObrigada pela colaboração.
Prof. Cida